terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A vida em Amesterdão tem destas coisas #6

Soma:
1 canal congelado
+
1 bicicleta estacionada contra o gradeamento da ponte
+
5 pares de dedos congelados pelo frio

Resultado? Chaves dos cadeados no canal (congelado).

Solução? Um cordel com um íman na ponta.

Pergunta óbvia: onde arranjou a rapariga um íman? Trá-lo na mala, em caso de necessidade?!?

6 comentários:

Clau disse...

Isso faz-me lembrar aquilo que um geólogo "de verdade" deve trazer SEMPRE consigo: uma lupa 10x ampliação, um iman, para ver se os sedimentos têm ou não conteúdo magnético e, principalmente, o martelo, que, como se sabe não é lá muito bom de se transportar but, you never know when it comes in handy.. E isto será em qualquer parte do mundo, não só em Portugal (quando vejo os docs do Discovery ou do Geographic, fico sempre assutada porque os geólogos têm sempre o mesmo ar de doidos.. very very spooky uma vez que eu acho não ser assim).

Miepeee disse...

Nunca tal me passaria pela cabeca. Mulher prevenida vale por duas ;)

Goldfish disse...

Agora que li a resposta da Clau é que me apercebi que povoei o meu post de clérigos do islão e não de ímans!!! Vou corrigir, odeio erros!

P.S. - pensei em várias justificações para o íman mas confesso que a possibilidade de se tratar de um geólogo não constou da lista...

Rita Maria disse...

Clau, esqueceste-te da moeda e da caneta, muito úteis sempre que o martelo é semasiado grande para demonstrar a escala da fotografia (e quem diz fotografia diz máquina fotográfica).

PS: Acho que se pode escrever ima(com til que eu nao tenho) e íman, mas estou como tu, depois deste acordo nao faço ideia!

Goldfish disse...

Moeda? Caneta? Estou a leste!
E sim, também se pode escrever ímã (com acordo é que já não sei!), mas na realidade eu leio esse "n" final... Ao de leve, rápido, mas leio. Mas como já me perguntaram de onde sou porque não tenho pronúncia lisboeta umas quinhentas vezes, não sei bem como se lê... Nem qual é a pronúncia "certa"!

fd disse...

Sem ler os comentárioss tenho o palpite que o cordel com o íman na ponta foi emprestado por um transeunte prevenido com mais experiência neste assuntos da “vida em Amsterdão tem destas coisas”. Vou agora ler os comentários…