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Cabeleireiros que não cortem 1 palmo de cabelo quando pedimos para cortar as pontas;
Nutricionistas que nos digam que emagrecer devagar é que é bom e que não é só perder peso, mas volume;
Ginecologistas que não nos avisem sobre o relógio biológico a cada consulta apartir dos 29;
Médicos de família que não insistam em irmos buscar a pílula, à borla, à consulta de família quando eles próprios nos podem passar a mesma numa receita;
Cozinheiros que não achem que a comida é óptima só porque é pouca, cara e servida num prato digno dos romanos;
Dentistas que não considerem a anestesia um bem raro e a poupar;
Chefes que olhem para os trabalhadores e não vejam escravos;
Nutricionistas que nos digam que emagrecer devagar é que é bom e que não é só perder peso, mas volume;
Ginecologistas que não nos avisem sobre o relógio biológico a cada consulta apartir dos 29;
Médicos de família que não insistam em irmos buscar a pílula, à borla, à consulta de família quando eles próprios nos podem passar a mesma numa receita;
Cozinheiros que não achem que a comida é óptima só porque é pouca, cara e servida num prato digno dos romanos;
Dentistas que não considerem a anestesia um bem raro e a poupar;
Chefes que olhem para os trabalhadores e não vejam escravos;
Técnicos de higiene urbana (vulgo varredores de rua) que não achem que o trabalho deles é recolher o lixo que está no passeio e despejar no areal ali ao lado;
Empregados de supermercado (que nome pomposo terão estes?) que saibam onde estão os bens dentro da loja onde trabalham.
Empregados de supermercado (que nome pomposo terão estes?) que saibam onde estão os bens dentro da loja onde trabalham.
Empregados de mesa (e esta é específica para a Holanda - espero) que não nos venham perguntar se aquele prato foi pedido por nós.
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E por enquanto é tudo. Mas desconfio que, com tempo e uma caneta e papel à mão para tomar nota, os exemplos encheriam uma folha A4 a letra 12 e espaço simples.








