* parece que vem no contrato de casamento;
** tipo Figo, João Pinto e, esqueci-me agora (sou mesmo boa nisto), do gadelhudo do FCP.

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A boa disposição é tal que dou ao pézinho. É provável que seja mais do ritmo da música do que do futebol em si - que o amor ao futebol é pouco e o gosto musical nunca foi muito erudito.
Antes que me esqueça, tenho de confirmar algo que esta menina diz em relação aos berlinenses (neste caso, koblenzianos, mas serve): parámos nem 5 minutos a olhar para um mapa e para as inexistentes placas com nomes de ruas e já uma senhora nos perguntava se precisávamos de ajuda!
Uma das muitas vinhas, com gente a fazer qualquer coisa que ainda não é a vindima.
Sabem o que vos digo? Queixem-se ao Papa!
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Estávamos muito bem a jantar ontem com a televisão esquecida ligada quando começamos a ouvir uma música conhecida mas, principalmente, completamente deslocada. Calamo-nos os dois, voltamo-nos para a TV e, enquanto eu, a eterna baralhada das músicas, seus autores e títulos, tento perceber porque é que aquele tune me está a soar tão mal com uma letra holandesa o mariducho diz-me "Olha, nunca pensei que o 'Sol da Caparica' não fosse um original...". Era esse clássico português, num anúncio, a ser completamente desvirtuado por uma algaraviada incompreensível. Pois tive de vir ao youtube ouvir a nossa versão e já estou com um sorriso**.
* atrevam-se a dizer mal, não há nada melhor que ir ao volante num dia de sol, janelas abertas a fazer esvoaçar a melena enquanto subimos o volume do rádio e acompanhamos a letra o melhor que conseguimos!
** e um bocado aparvalhada - nunca tinha visto o clip, cruzes, é mesmo mauzinho...
Eu também julgo aparências. Tenho, normalmente, o cuidado de, após esse primeiro instinto (primário), esperar por mais alguma informação. Geralmente espero pelo que sai pela boca dessa pessoa e, aí sim, julgo. Em conformidade, ou não, com o que saiu do julgamento da aparência. É isto que espero dos outros. Julguem a minha aparência, mas não se fiquem pela informação que os olhos vos dão, usem esse julgamento em conjunto com aquilo que digo, com o que penso e com o que faço e aí formulem uma opinião. Será pedir de mais? Para algumas pessoas, talvez. Mas essas não me fazem falta.
Ou The men who stare at goats. Como sempre, e sendo que desta vez o título em inglês já é estranho, os tradutores portugueses esmeraram-se na produção de mais uma pérola. Traduções à parte, vamos ao filme. Há muito tempo que não me era dado ver algo tão estranho! Alguém (ou muita gente) teve de fumar muita (muita!) droga para chegar ao argumento deste filme - sendo que este é baseado num livro, por sua vez baseado na realidade! Soldados de trança ou cabelos compridos a saudar o sol com cânticos que acreditam que com a força da mente podem ver o que está guardado numa caixa ou fazer parar o coração de uma cabra (muda). Tudo com o alto patrocínio do governo e, especialmente, de Ronald Regan, um crente nos poderes de soldados-Jedis. Altamente recomendável para apreciadores do absurdo enquanto comédia.