quarta-feira, 9 de junho de 2010

Asseio relativo

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Vamos almoçar, come-se sandocha - the dutch way. Come-se com as mãos - not the dutch way - e sujamo-las. Depois do almoço há que ir à casa-de-banho. Uma colega minha entra na casa-de-banho comigo e lava as mãos; de seguida, entra num dos cubículos para fazer o que tem a fazer, sai, não lava as mãos e vai-se embora. Dois dias depois, a cena repete-se. Lição a reter: gordurinha da comida nas mãos, não, blergh!, que nojo; já uns quantos gérmens (raio de palavra) não fazem mal nenhum, não senhora.
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Best of Vale do Reno

Eu sei, já chega de fotos de sítios todos iguais e cuja graça se perde em quem não os viu com estes olhinhos que a terra há-de comer. Mas não podia deixar-vos sem as minhas fotos favoritas, por isso, aqui ficam mais cinco:



St. Goar, com as suas casinhas multicolores.

Overwesel, creio. Adoro o contraste de cores. Um milagre, num dia tão sombrio.

Modernidade e antiguidade em paralelo. Tirei "n" fotos até conseguir esta, perfeita, perfeita.

Custou, trepar as ruelas da terrinha para chegar ao castelo, mas valeu a pena. E o céu azul? Lindo!

As sogrinhas. A tirarem duas fotos ao mesmo tempo, esta a melhor delas, na minha modesta opinião (e sim, esta foi a que eu tirei!). E é tudo da Alemanha. Berlim será o alvo da próxima incursão.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Efeitos secundários

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Isto está mau. A noite passada andei às voltas na cama e, aparentemente, sonhei em diversos idiomas. Aparentemente, porque não me lembro. Diz o mariducho, coitado, que foi despertado de madrugada por grunhidos que ele garante irem do espanhol ao francês. Coitado, ficou traumatizado.
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domingo, 6 de junho de 2010

Era uma vez uma carcaça II - a prova do crime

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Bem sei que não parece, mas estou mesmo penduradinha pelas mandíbulas. A jeitosa da minha dona não se lembrou de se ajoelhar para tirar a foto em perspectiva...

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Era uma vez uma carcaça

Como já sabem, eu, Luna, sou uma cadelinha linda. Mas nem com toda a minha beleza e persuasão consigo convencer os meus donos a darem-me de comer em quantidades dignas da descendência de um pastor alemão. É por isso que continuo a recolher comidinha na rua. Toda a que encontro. É só os meus donos não verem. Uma vez, não viram uma carcacinha. Coitadinha, já devia ser do ano passado, estava rija que nem o apêndice superior da cabeça de uma vaca*. Mas eu apanhei-a e trinquei-a com estes meus dentinhos fortes e poderosos. São iguaizinhos aos do meu avô. Já vos tinha dito que o meu avôzinho era um pastor alemão? Não, pois não? Pois ficam a saber. Ora a carcacinha era do ano passado e ficou muito bem presa nos meus dentinhos e nem o bruto do meu dono ma conseguiu arrancar. E vejam bem que até me levantou pelos ares pendurada pela carcacinha! E a minha dona a rir e a tirar fotografias. Já não há respeito. Pffffff!
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* o meu avôzinho ensinou-me a não dizer asneiras.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Porque eu só estou bem...

Recebi o meu primeiro recibo de ordenado. Estranhei. Foi só fazer umas contas para confirmar o óbvio: tivesse eu este ordenado em Portugal e teria descontos maiores. Mais de €200 de que o estado holandês parece não precisar mas que o português está sempre pronto a receber, de mãozinha estendida e, o que é o pior e mais relevante, não se sabe bem para quê. Ou sabe-se. Aeroportos. TGVs. E o resto do costume. É por isso que este post fala por mim. Que neste momento não sei se quero mais regressar ou ficar. Tenho tanta, mas tanta pena de com a cabeça saber que não há grande coisa para mim no meu país quando o coração deseja tanto voltar às suas raízes.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Vale do Reno III

Antes que me esqueça, tenho de confirmar algo que esta menina diz em relação aos berlinenses (neste caso, koblenzianos, mas serve): parámos nem 5 minutos a olhar para um mapa e para as inexistentes placas com nomes de ruas e já uma senhora nos perguntava se precisávamos de ajuda!

Castelo. Podia deitar-me a adivinhar qual deles mas já estou com sono de mais para isso.


Castelo. Terrinha. Idem aspas.




Castelo. Terrinha. Idem aspas. E um pormenor interessante: um parque de roulottes. Em cada terrinha, um. Cheio. Era fim-de-semana prolongado também na Alemanha, fiquei a saber em que é que eles poupam dinheiro: hotéis!

Se não estou em erro, este é o castelo XXXX, albergue há séculos atrás de diversos criminosos da região, que se usavam a floresta circundante para camuflarem a vilanagem e apanharem desprevenidos os que passavam. Os ladrões alemães eram poderosos e ricos!


E aqui o frio e a chuva já eram tão fortes que me rendi a tirar fotos de dentro do barco - sendo que as luzinhas que se vêem na foto são gotas de chuva na janela a reflectir o flash da máquina. Confere à foto um toque natalício condizente com o tempo que se fazia sentir.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A vida não é justa

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Acabei de me lembrar que, se não tivesse surgido este job, estaria hoje a regressar de umas férias bem passadas em Curaçao. Estou deprimida.

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Bla, bla, bla

Isto de trabalhar num melting pot é interessantíssimo, e até tem vantagens (por ex., saber qual é o melhor italiano para se jantar a bom preço em Amesterdao). Tem, no entanto, uma desvantagem altamente stressante. Mudo tanto de idioma que acabo a gaguejar 2 ou 3 línguas diferentes antes de acertar, finalmente, na língua do meu interlocutor. Estou ligeiramente louca. Só slightly, un poco, un peu, ligeiramente, quero dizer!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Roubalheira

Com a mania das tecnologias, aqui no burgo também querem acabar com os bilhetes nos transportes públicos, os tão característicos strippenkaart, substituindo-os por um cartão onde se pode carregar dinheiro (entre outras coisas) e que se lê numa maquineta à entrada e saída de qualquer transporte. Ora colocaram os cartazes a avisar que os strippenkaart vão acabar há 2 semanas atrás, anunciando o final para o dia 3 de Junho. Nós, que tínhamos acabado de comprar um dos gigantes (dão para cerca de 22 viagens aqui no centro de Amesterdão) pensámos "bem, lá temos de ir trocar esta droga, que não conseguimos usar isto tudo em duas semanas!" O pior é que também não há trocas para ninguém. Compraste, agora gastas até 3 de Junho em Amesterdão ou, depois, só fora da cidade. Se não usares fora da cidade "temos pena", bem podes dizer adeus ao dinheirinho que a tira de papel já não vale nada. Eu bem reclamei com a senhora dos bilhetes, que isto é uma roubalheira (que é!), que ao menos podiam deixar as pessoas acabar os strippenkaart já comprados, ou então carregar dinheiro equivalente no cartão que agora vou passar a usar, mas nada. Parecendo que não, vou deixar por usar qualquer coisa como 15€! Gatunos! Ladrões! Foram-me ao bolso, eu a ver e, o que é pior, a deixar.

P.S. - pior, pior, é que o raio do cartão que vou passar a usar (chama-se OV-chipkaart, que isto é só nomes bonitos e fáceis de pronunciar) só se pode carregar numas maquinetas disponíveis nos supermercados (o mariducho já tentou uma meia-dúzia de vezes sem sucesso, nunca está a funcionar como deve de ser) ou na bilheteira onde fui mandar vir, que é onde vai toda a gente porque as maquinetas não funcionam e ainda todos os turistas acabados de sair dos comboios (é preciso ver que tirei a senha 353 quando o quadro marcava o número 284)

domingo, 30 de maio de 2010

Perspectivas

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As convicções que vejo em mim são teimosias aos olhos de outrém
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sábado, 29 de maio de 2010

O Vale do Reno II

Continuamos rio acima...

Uma das muitas vinhas, com gente a fazer qualquer coisa que ainda não é a vindima.


Osterspai, mais uma terrinha catita à beira-Reno plantada.


Pronto, este é que já não sei mesmo que castelo será!


St. Goarshausen.



Oberwesel (creio) - também tem um castelo, mas a foto está horrível de tão escura. Não vale a pena subir e descer o rio (atenção que descer é, obviamente, bastante mais rápido que subir) pois é apenas rever o que já se viu, é demasiado tempo (11h entre Koblenz-Rudsheim-Koblenz!!!). Mas atenção que estas terras e castelos não são sempre na mesma margem do rio - ou seja, se quiserem regressar de comboio ao ponto de partida convém que a última paragem de barco seja na mesma margem que o local de onde se partiu...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Era uma vez o meu avôzinho

Eu, Luna, sou uma cadelinha muito bonita e, além disso disso, muito bem educada. Isto porque quem me criou foi o meu avôzinho, um pastor alemão de gema, que me ensinou tudo o que eu sei. E uma das coisas em que ele era exigente era na higiene corporal. Foi ele que me ensinou a cortar estas duas unhinhas que me crescem de lado, nas patinhas da frente. À dentada. Quase não faço barulho nenhum. Qualquer semelhança com um alicate a cortar arame é pura ilusão óptica. O meu avôzinho pastor alemão era um óptimo professor.*
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* Não passa pela cabeça de ninguém a história genealógica que a Luna já tem; quando não temos o que fazer, lá vem mais um pedaço. Agora, um dado adquirido é o avôzinho pastor alemão. Ora, basta olhar para ela. Para quem não a conhece ou já se esqueceu, podem ir aqui ver umas fotos. É pastor alemão chapado.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Secundária? Primária? Quem sabe, infantário?

- Assinamos uma folha de presenças pela manhã*;
- temos (todos juntos) um intervalo a meio da manhã;
- almoçamos por grupos, em turnos, que outrém decide e que começam às 11h45**;
- a meio da tarde gozamos novo intervalo;
- ai de quem chegue atrasado;
- volta e meia ralham connosco, mas ainda ninguém foi para a rua;
- quando vamos à casa-de-banho temos de pedir licença***;
- assim que "toca" estamos despachados - 'bora p'ra casa que são horinhas;
- temos aulas, com diferentes "professoras", que nos explicam diversas matérias;
- e, volta e meia, temos teste - com direito a vistos e cruzes, nota percentual e correcção posterior. Ah, e se não tivermos boa nota, chumbamos!
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Ora digam lá se não parece mais uma escola que um trabalho!
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* ok, no infantário não sabem assinar;
** o horário não tem propriamente a ver com a escola, mas tive que mencionar a loucura que é mandarem-me almoçar quase à hora do pequeno-almoço; os italianos e o espanhol, então, passam-se.
** aqui passo-me eu, que não estou a ver-me aos 31 a pedir "posso ir à casa-de-banho?"; por sorte (minha, que com respostas tortas aos superiores não se vai longe num job), nunca me questionaram nas vezes em que fui;

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Vale do Reno I

Pois fui de novo à Alemanha, desta vez ao Vale do Reno, Património Mundial da UNESCO. É um local lindíssimo! Os castelos e palácios coroam os topos dos montes e as vinhas descem as encostas sem socalcos. Ficámos em Koblenz, uma cidade centenária de onde partimos usando comboio, barco e carro para conhecermos os arredores. A viagem de barco é muito gira, mas lenta e, no nosso caso, seriamente prejudicada pelo vento gelado e chuva constante. Olhá foto desfocada, tremida e totalmente arruinada pela falta luz:


Koblenz, centro histórico.


Idem aspas.


O primeiro castelo que avistámos, por volta das 9 da manhã. Eu sei que quase parece noite, mas o que querem? Bem vindos à Primavera do norte da Europa! Creio que se chama Nederlahnstein (stein = castelo, fortaleza).


Rhens, uma cidade muralhada que deve ser muito catita dentro de muralhas. Infelizmente, só a vi do barco.


Pela lógica será Marksburg, o castelo que se vê acima de Braubach, mas são tantos que é difícil distinguir.

Não sei se já vos tinha dito...

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... mas hoje é feriado! F-E- fe! R-I-ri! A-a! D-O-do!
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P.S. - e viva o Pentecostes, seja ele quem (ou o que) for.

domingo, 23 de maio de 2010

Eu adoro t-shirts das lojas de turismo

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Amei uma t-shirt que vi à venda na Alemanha, só não comprei para o mariducho porque só havia do XL para cima... Na dita podia ler-se:

Samstag
Sonntag
Scheissetag
Scheissetag
Scheissetag
Scheissetag
Scheissetag
Samstag
Sonntag
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P.S. - quem não souber alemão nem conseguir chegar lá por associação faça uso dessa maravilhosa ferramenta chamada Google Translate.
P.S.2 - falando em Google, já repararam com certeza na homenagem desta empresa aos 30 anos do Pac Man. Mas já repararam que se consegue jogar usando o rato?!?

sábado, 22 de maio de 2010

Mais um dia na terra das Túlipas

Uma pessoa levanta-se da cama*, espreita à janela o tempo e descobre uma manhã de sol, céu azul e temperaturas amenas. Ala!, que se faz tarde, lá vamos nós dar uma volta à praia** de Zandvoort aan zee, um areal a perder de vista a meia hora de comboio de Amesterdão. É tipo Carcavelos, mas o areal é bem mais longo e o pessoal não é tão chungoso. A dois minutos de chegarmos à plataforma da estação de Zandvoort, a neblina. Começa com uns farrapos isolados, que se tornam progressivamente mais frequentes, mais densos, até formarem uma grossa cortina, típica de lugares à beira mar: branca, húmida e fria. A acompanhá-la, vento. Os 19ºC de Amesterdão transformam-se nuns pálidos 10ºC e é ver toda a gente que vinha no comboio a sacar de casacos e casaquinhos - os nossos, que caberiam nesta última categoria, não nos conseguem proteger do frio que se entranha até aos ossos mas, teimosos, lá vamos em direcção ao calçadão lá do sítio. Almoçamos uma sandocha 5 estrelas que descobrimos num dos últimos bares de praia há uns tempos e aceleramos o passo de volta ao comboio, tentando fugir do frio - é preciso ver que no bar de praia onde comemos acenderam a salamandra antes de acabarmos a refeição. Ainda temos tempo de trocar meia dúzia de palavras com um poruguês que vive na Holanda mas trabalha na Alemanha e que estava numa roulotte junto à praia ("Aqui é assim", comentou, em relação ao tempo) e fomos aquecer as mãos para a carruagem.
Previsivelmente, minutos depois de sairmos de Zandvoort, levanta a neblina. Resmungamos com a nossa má-sorte mas ainda não desistimos. E que tal sair do comboio a meio da viagem e ir ver Haarlem, que ainda não conhecemos? Bem dito, melhor feito. Sendo mais uma cidadezinha tipicamente holandesa (quem vê uma já viu todas), tem o seu encanto. Provavelmente produto do sol que lhe alegrava os tijolos das casas, avivava o verde das folhas das árvores, e as mil e uma cores das mil e uma flores em vasos e vasinhos por todo o lado e se reflectia na água dos canais. Gostei muito. Um centro cheio de vida, uma banca com uns produtos italianos que vieram apaladar a nossa mesa ao jantar, um moinho em funcionamento e muitos, muitos recantos repletos de plantas, de esplanadas e de pessoas a aproveitar o sol. Fotos não há, levei uma mala liliputiana e não estava a pensar ir conhecer nenhum sítio novo - mas ainda tenho de postar as da última visita à Alemanha... Ando uma desleixada com o aquário! Bem, mas agora há que ir estudar - tenho teste no trabalho (sim, parece que estou na escola outra vez, e não só por causa do teste, outra vez explico) na 3ª-feira e tenho resmas de apontamentos para ler.
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* cedinho, que o nascer do sol é às 5h36 e não há cortina com black-out que consiga filtrar luz suficiente para nos fazer dormir com claridade
** nada de biquínis, ainda (?) não há calor para isso

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Nem acredito

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No Domingo dão 19 graus de máxima e 9 de mínima! Onde terei guardado o biquíni?*
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* fosse eu amsterdamer e perguntava-me ainda se havia de perder tempo a ir para a praia ou simplesmente ir para o Vondelpark. Desnudar-me num parque no meio da cidade, no entanto, e não sei bem porquê, parece-me despudorado de mais.

Assim, é difícil

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Há poucas coisas que me irritem mais do que estar a receber formação e desdizerem uma informação que tinha acabado de ser dada.*
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* é que serem dias úteis ou não-úteis faz a diferença!