sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Conclusões importantes

após uma tarde nas compras:
  1. ODEIO calças skinny - pareço um chouriço com pézinhos de cinderella;
  2. finalmente, os casacos cresceram no comprimento! Estava farta que os casacos de mulher tivessem altura para caber à minha prima de 9 anos;
  3. um casaco ou uns sapatos na Zara em Portugal são €15, €20 mais baratos q na Zara na Holanda - é por isto que os salários aí são tão mais baixos?!?

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cá em casa estamos em guerra

Eu e o mariduncho andamos desavindos. Cada um julga que tem mais razão que o outro e vai de puxar a brasa à sua sardinha a cada oportunidade que se lhe apresente. E, acreditem ou não, as hostilidades têm lugar logo de manhãzinha, acabados de sair da cama. Ainda por cima a causa do desaguisado é tão estrutural à nossa pessoa, ao nosso corpo que, temo, não haja solução para nós, a curto prazo. A longo prazo, claro - duas banheiras e/ou chuveiros!
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O mariduncho, que faz algo pela vida, levanta-se cedo e toma banho, girando a torneira para os 40ºC (cá as torneiras são esquisitinhas, em vez do velho quente e frio temos uma torneira que controla o fluxo da água e outra que estipula a temperatura, tudo muito científico, tem os graus escritos e tudo) para aquecer. Depois de ele sair levanto-me eu e dirijo-me para o chuveiro. Estou bem acordada (a minha dificuldade é dormir e não acordar) mas, como podem compreender, ainda não pensei na vida, faço tudo automaticamente. Ligo a água, escovo o cabelo e ponho-me debaixo do chuveiro. E saio, acto contínuo, molhando o chão da casa-de-banho. Mas quem é que consegue tomar banho com a água a 40ºC?!? Eu quero lavar-me, não cozer em lume brando... Depois de recomposta do choque inicial desço a temperatura para uns agradáveis 35ºC. Tomo banho. E, quando me viro para a torneira que desliga a água, olho de soslaio para os 35ºC que assinala a outra torneira, sorrio maleficamente e deixo-a estar. Se hoje me escaldou, amanhã congelo-o a ele! Estamos em guerra matinal, ah pois estamos.

Caneco, já me tinha esquecido

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do frio que pode fazer nesta terra mesmo em Outubro! 4ºC! Às 9 da manhã de um dia de sol... Em cima da bicicleta e apesar dos óculos de sol, corriam-me lágrimas pela cara provocadas pelo vento frio. Terrinha boa para ursos polares e pinguins... Eu cá sou peixinho de água quente! Por falar nisso, tenho mas é de começar a pensar numas férias tropicalientes. Essa é que é essa!
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Where's Wally? (versão Golden)

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Querem descobrir este peixe no meio da restante fauna que pulula por Amesterdão? Pois procurem pela idiota que saca dos óculos escuros ao primeiro raio do astro-rei que se escape por entre as nuvens - that's me! Se o sol de Portugal me mata pela intensidade, este, fraquinho que só ele, como anda sempre rasteirinho (a esta hora já se esconde atrás de prédios de 3 andares), quando brilha acerta logo à altura dos olhos e só não cega porque, coitado, não tem genica para tanto. Resumindo: noves fora alguns turistas que não sabem ao que vêm quando marcam férias para esta terra e andam de óculos de sol no primeiro dia porque voltar ao hotel é perder tempo, só eu e mais alguns hiper-sensíveis à luz solar usam semelhante acessório nesta altura do ano. Quando disse a uma holandesa que tenho, devidamente guardados desde a expatriação, 5 pares de óculos de sol ela olhou para mim como se tivesse acabado de aterrar de Marte (ou, quem sabe, de um outro planeta mais próximo do sol...).
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A propósito do post anterior... tirada daqui.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Às vezes,

gostava tanto que o mundo se dividisse em preto e branco, bom e mau, amargo e doce, claro e escuro, sol ou chuva...
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Mas depois perdíamos o cinzento, que até é a cor que uso para substituir o preto que odeio, não existiam pessoas (que ninguém é bom nem mau), não faço ideia como é que comíamos sem o salgado, não existiriam jantares à meia-luz nem neve... branca, gelada, perfeita, única. Era um mundo simples mas, oh, tão chato!

sábado, 10 de outubro de 2009

O sol de Amsterdão


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

2 anos de garantia - take 2

Se fizermos as contas, e dado que só aspirou três vezes antes de lhe dar a tremadinha final, cada aspiradela do meu segundo electrodoméstico sugador portátil custou mais de 11€!!! Isto sem contar com deslocações para a troca e regresso ao país das socas...
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Chiça, anda a sair caro andar de rabo para o ar a apanhar migalhas!

2 anos de garantia

Objecto nenhum que eu tenha possuído ao longo de três décadas (e do que posso lembrar-me) avariou de vez dentro da garantia. Foi preciso trazer para o outro lado da Europa o @*#!§ do aspirador portátil, para nem 1 ano aguentar. Agora as dúvidas existenciais: levo-o de volta para Portugal para o ir trocar?; será que o trocam?; e, se levo, onde está o *@!# do recibo, cá ou lá?
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Acima podem ler as minhas dúvidas existenciais, inéditas aqui no aquário, por alturas de Março deste ano. Entretanto, achei o recibo e acabei por levar o aspirador que, portátil ou não, pesa bastante, trocaram-no (ao menos isso!) e trouxe um novinho em folha. Que não durou um mês. Ou, melhor, funcionou perfeitamente em Portugal e cá, uma semana depois de termos chegado, caput. Volto a levá-lo? E se o trocarem de novo, quanto irá durar o próximo? Uma hora? Um dia? Entretanto, acarta, que as malas já costumam ir vazias e levezinhas! Eu sei, não é uma tragédia mundial. Mas irrita, caramba!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Hotel Ruanda

Ontem revi o Hotel Ruanda. Há meses, desde que trouxe o DVD de Portugal, que me falta a coragem para o pôr no aparelho e carregar no play. Creio que a crueldade que grassa no mundo é sempre pior na realidade do que conseguem reproduzir na ficção, mesmo que a história relatada seja baseada em factos reais. O engenho do homem para o mal sempre foi grande. E enorme é também o seu talento para a indiferença, mais que não seja como mecanismo de protecção - como tão bem é aqui retratado. Ontem, e apesar de pressentir a enxaqueca que se instalaria a seguir, revi o Hotel Ruanda. Poderoso, esmagador, não acredito que alguém veja este filme e lhe seja indiferente. Penso que duas das falas deste filme fazem uma síntese aproximada, cruel de tão condensada.
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Nick Nolte, enquanto comandante das forças das NU: "We're here as peace keepers, not as peace makers".
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E, principalmente, a de Joaquín Phoenix, enquanto repórter de guerra, na altura em que todos os estrangeiros são evacuados, deixando para trás,e para uma morte quase certa, os ruandeses tutsis refugiados no Hotel. Conforme sai do Hotel, em direcção ao autocarro que o vai levar, um dos empregados ruandeses vem a correr cobri-lo com um chapéu-de-chuva que o proteja da chuvada torrencial que cai naquele momento, como era próprio de um Hotel da categoria do Mille Colines, e ele diz: "Please don't do that. Jesus Christ, I'm so ashamed!" A expressão, a postura, o contraste com a maneira de estar do colega que caminha ao seu lado... Poderoso.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Não sei se tenho mais receio dos terroristas ou dos outros

Não muito longe de onde vivo é a embaixada norte-americana em Amsterdão. Que é um sítio que passaria completamente despercebido não fosse o facto de ter dois gradeamentos, em vez de um, de uns três metros de altura e, a separá-la da estrada, ainda uma fileira de vasos de betão armado, cada um com um metro de altura, em forma de paralelipípedo... Enfim. Pois que a zona petonal, onde às vezes passo com a Luna, encontra-se entre os vasos-protecção-contra-investidas-de-camiões-TIR e o gradeamento exterior, é um bocado claustrofóbica, especialmente se andarmos a meros 30 cm do chão. A única escapatória é através dos espaços do gradeamento - via que a Luna várias vezes quer tomar.
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Há uns dias sonhei que ela se tinha enfiado mesmo pelo gradeamento e que, antes de a conseguir puxar cá para fora, aparecia um guarda da embaixada que a agarrava. E foi este o começo de um dos mais estranhos sonho-diálogo que já tive o desprazer de imaginar subconscientemente. Eu, pedia desculpa ao guarda, que me tinha distraído, se por favor me devolve a cadela, coitadinha, está aterrorizada, não está comigo assim há muito tempo, foi abandonada e mal tratada, ainda tem muito medo de pessoas, especialmente homens, e não gosta que a peguem ao colo... Ele, que não, não a podia devolver, tinham que a levar para a máquina de raios-x porque podia ser um cão-bomba (sim, leram bem, estou completamente choné) e que depois, mesmo se ela não "estivesse armada", não sabia bem quais eram os protocolos para ma devolverem, afinal agora estava em solo norte-americano (!), tinha de ter um documento que provasse que eu era a dona, nem se a podiam devolver no próprio dia, talvez só depois...
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Eu sei, eu sei... internem-me. Pelo sim, pelo não, quando estou por aqueles lados dou a volta pelo outro lado do quarteirão.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Boas notícias

É para isto que a vida serve - ouvir boas notícias. Podem ser boas notícias pequeninas, bem petites, como ganhar €2 no euromilhões, ou grandes, daquelas imensas, gigantescas até, como quando alguém que nos importa vai ter um filho. Desde que sejam boas. E até podem ser surpresas, ou "apenas" boas confirmações de algo que já sabemos que vai acontecer. Mais cedo ou mais tarde. Nestes casos, é a surpresa do momento. É nessa altura que vem ao de cima o que de melhor temos em nós, em que ficamos contentes pelos outros, pela felicidade deles, pela sorte deles, pela concretização dos seus desejos ou ambições. E sentimos uma pressão no peito, como se realmente o coração inchasse de felicidade e o sentíssemos a bater num espaço que, por algum tempo, é pequeno demais para ele. Quando ouvimos boas notícias distanciamo-nos do dia-a-dia geralmente egoísta em que vivemos, onde apenas nos comove e nos interessa o que se passa à nossa volta, num raio de pouquíssimos centímetros. As boas notícias fazem de nós pessoas melhores. Não há por aí boas notícias para me dar?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

IgNobel

A revista Annals of Improbable Research atribui há quase 20 anos os prémios IgNobel, que pretendem galardoar estudos que "primeiro fazem rir e depois fazem pensar" - se e quando consegirmos parar de rir. A entrega foi há alguns dias, na Universidade de Harvard e a notícia, inteirinha, vinha aqui. Divirtam-se ou, pelo menos, pasmem.
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IgNobel da Paz - Stephan Bolliger, por ter estudado se causa mais danos bater na cabeça de alguém com uma garrafa de cerveja cheia ou... vazia! (Desconfio que o senhor seja inglês... ou será alemão?!?)
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IgNobel da Literatura - à Polícia Irlandesa, pelas mais de 50 multas passadas ao condutor polaco Prazo Jazdy - sendo que, em polaco, prazo jazdy significa carta de condução, algo que aparece escrito por cima do nome em todas as cartas de condução daquele país. (Ainda bem que já ratificaram o Tratado de Lisboa, sem a Europa não sei como é que si iam safar...)
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IgNobel da Química - Javier Morales, que assegura conseguir produzir diamantes apartir de tequilla. (Hum... não sei bem o que dizer disto.)
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IgNobel da Medicina - Donald Unger, que há 60 anos estala apenas os dedos da mão esquerda para ver se tal é causa de artrite. (Espero, a bem da sanidade do senhor, que já tenha pelo menos ligeiros sintomas de artrite, e que seja só na mão esquerda!)
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IgNobel da Economia - atribuído, ex-aequo, aos directores de quatro bancos islandeses por demonstrarem que não só é possível transformar pequenos bancos em grandes bancos como o contrário. (Se os senhores da Annals soubessem que Portugal não é uma província espanhola, atribuiam este prémio era aos gestores das empresas públicas e semi-públicas portuguesas!)
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IgNobel da Física - a investigadores norte-americanos, por determinarem analiticamente o porquê de as grávidas não tombarem com o peso da barriga. (Admito, esta questão já me atormentou.)
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IgNobel da Saúde Pública - Elena Bodnar, que inventou soutiens que se transformam, em caso de emergência, em máscaras anti-gás. (Nada como juntar à versatilidade das mulheres a versatilidade de um dos seus mais apreciados artefactos.)
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IgNobel da Biologia - conseguido por uma equipa de cientistas japoneses que demonstrou que as bactérias presentes nas fezes dos pandas são capazes de degradar 90% do lixo orgânico da cozinha. (Agora é só decidir em que lixeiras pôr os 100 ou 200 pandas que ainda existem neste mundo!)
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IgNobel da Matemática - para Gideon Gono, governador do banco do Zimbabué, que mandou emitir notas entre 0,01 e 100 mil milhões de dólares. (Isto quando nós até costumamos andar com um porta-moedas bem levezinho, só com uns quantos exemplares de moedas de 1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos, além das de 1 e 2 euros... vendo bem, nem acho um feito assim tão extraordinário da parte deste senhor.)
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IgNobel da Medicina Veterinária - Catherine Douglas, pelo estudo que concluiu que as vacas que têm nome dão mais leite. (Senhores da Mimosa, olhos abertos! Já não podem chamar Mimosa a todas... Talvez ajude se for Mimosa I, Mimosa II, etc., etc..)
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Só para saberem

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Último feriado aqui na Holanda: 1 de Junho
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Próximo feriado: 25 de Dezembro
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domingo, 4 de outubro de 2009

Não tenho palavras que me permitam explicar a raiva, dor e impotência que sinto quando vejo animais abandonados, maltratados e deixados ao Deus dará. O pouco caso que muita gente faz dos seus próprios animais domésticos choca-me. Tratam-nos como objectos, que se adquirem porque são bonitos e até compõem o quadro, dão-lhes toda a atenção enquanto são novidade mas depressa perdem o interesse e passam a ser mais uma bugiganga que por ali anda e que, bem vistas as coisas, até pode ser dispensada. A presença destes animais dispensados, ou das suas incontáveis proles, pelas ruas é tão comum que a maioria das pessoas já lhe é indiferente. Os animais não são pessoas, dizem. E, na verdade, quantas vezes nem pelas pessoas temos respeito, quanto mais pelos animais! Deixo-vos um pequeno excerto de um apelo divulgado pelo SOS Animais que li há pouco sobre um animal abandonado que tem vivido num parque: "'Fazem-lhe a vida negra', (é o) termo utilizado por quem assiste diariamente às crueldades a que (este cão) é submetido (por crianças que brincam no parque) e nada faz, alegando 'coisas de crianças'... 'Perseguem-no com as bicicletas, dão-lhe pontapés, enxotam-no para a estrada propositadamente quando os carros passam para ser atropelado.' (...) As crianças riem e os adultos ignoram...". Crueldade, ignorância, falta de valores, de acompanhamento, desrespeito pela vida e desresponsabilização dos adultos pela educação das crianças pertencentes à sua sociedade em meia dúzia de linhas.
Iniciei-me no mundo dos blogs dedicados aos animais com a busca de um cão para adopção que acabou na escolha da Luna. São dezenas. Os blogs. Porque os animais, parece-me, devem ser milhares. Blogs cheios de exemplos de que o adjectivo "humano" é completamente desadequado para caracterizar uma atitude bondosa, pois isso nós, humanos, pouco somos. Com gloriosas excepções. Há pessoas que se dedicam, de corpo e alma, a fazer com que os animais não sofram mais do que o necessário. Essas pessoas constroem blogs cujo único objectivo é divulgar animais que estão na rua, em associações ou em canis na esperança que alguém os adopte. Blogs onde divulgam para venda trabalhos que realizam, às suas custas, nos seus tempos livres, para conseguirem o dinheiro necessário para tratar e alimentar animais que não são delas. Há pessoas que, sem sequer pertencerem a nenhuma associação, alimentam animais do seu próprio bolso e, quando é possível, acolhem em suas casas os que outros abandonaram, tratam-nos, esterilizam-nos e dão-nos para adopção. Sem nada pedirem em troca além da devoção do adoptante a esse animal. Foi uma pessoa assim que tirou a minha Luna da rua, esquelética e gravidíssima. Do seu bolso pagou o aborto dos cãezinhos, a esterilização da Luna e a sua desparasitação. Lentamente, começou a apagar a má memória do bicho Homem que ela tinha. Acarinhou-a e alimentou-a até eu a ir buscar. Como agradecimento, apenas aceitou ração para continuar a alimentar outros cães de rua.
Aqui fica a minha homenagem, singela mas sentida, e um muito obrigada que peca por tardio. À laia de justificação tenho a dizer que, até hoje, não tinha conseguido terminar este texto antes de ter de ir para o quarto chorar a minha frustração por não ter coragem para fazer mais.

sábado, 3 de outubro de 2009

Começo oficial do Outono

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O aquecimento central ligou-se automaticamente esta tarde.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A melhor invenção do século passado

As lentes de contacto! Deve estar quase a fazer 13 anos que comprei a minha primeira lente - sim, os meus olhos são esquisitinhos, quando um já via mal o suficiente para precisar de correcção, o outro ainda via quase a 100%. Uso lentes semi-rígidas, que quase ninguém aguenta, sem qualquer esforço. Já as usei mais de 24h seguidas e já adormeci com elas sem consequências. Tenho sorte, porque odeio usar óculos - fico mal com eles que só eu e odeio a sensação de só ver bem um pequeno rectângulo à frente - assim que cometo o pecado de mover os olhos em vez da cabeça tudo o que distingo é uma amálgama de tons. Porquê esta conversa? Porque pela primeira vez em todos estes anos esqueci-me de colocar as lentes antes de sair de casa. E até a senhora da caixa do supermercado reparou.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009


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País novo, casa nova, vida nova - foi há um ano que fiquei fora d'água.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Leila, the wolf

Um miúdo, depois de ver isto a passear com a minha mãe:



"Sabes por que é que tem as orelhas tão grandes?.... Para te ouvir melhor!"
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P.S. - conhecendo-a (à cadela), ninguém diria!
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