
E esta mini-mini, muito meiguinha, é a minha Luna! É um autêntico docinho, a coisa mais meiga que se pode imaginar e parece a minha sombra - onde vou, ela vai atrás.

E pronto!




Isto de viver num sítio onde não se percebe nada do que os outros dizem é no que dá. Só soube esta manhã. Michael Jackson morreu. Não era fã, lembro-me vagamente do videoclip do Thriller, melhor da música Black or White (achava piada reconhecer as duas palavras no meio do resto da algaraviada que era para mim o inglês). Nada mais. Mas não deixa de me chocar, até porque tudo o que se soube da sua vida só mostra que era uma pessoa à procura de si próprio, e que apesar de ter tido tanto, nunca nada lhe bastou. Talvez tenha ido para a Terra do Nunca.
A revista da KLM que me foi entretendo no voo para Lisboa trazia um quiz sobre conhecimentos da língua holandesa. Se por um lado não escrevo aqui o pobre resultado que obtive (tenho vergonha), uma das palavras cujo significado obviamente não adivinhei merece ser conhecida para lá das fronteiras dos países baixos... Falo da palavra brilzeeëend. Isso mesmo, leram bem - brilz-e-e-ë-e-nd. Quatro "e" seguidinhos, um deles com um trema em cima que, pelo que entendi nas aulas de holandês (será melhor, portanto, procurarem informação mais fidedigna), serve para indicar que temos de carregar na pronúncia daquela letra. Qual será a utilidade de repetir (quase ad eternum), uma letra numa palavra?! Será que a pronúncia seria diferente se se escrevesse brilzeëend (para os mais distraídos, tem apenas 3 "e") ou ainda brilzëend (só com 2)? Ou será que existem 3 palavras diferentes, com significados completamente distintos, com 4, 3 e 2 "e"? E, já agora, como é que se lêem 4 "e" de seguida, com ou sem trema, perguntam vocês... Pois vejam lá que não sei! E, desconfio, nunca virei a saber. Ou talvez sim, se me lembrar de perguntar semelhante coisa da próxima vez que estiver com um holandês que conheça. Caso o descubra, partilho. 


Está bom tempo na Holanda! Sim, acima dos 20ºC e com sol! Para português, está bom para passear, mas para holandês já está bom para a praia - ou qualquer coisa que se assemelhe a isso, tipo relvado à beira do IJsselmeer. Ainda não foi desta que fui ver a maravilha da engenharia que separou este "mar" do oceano, mas está na minha to-do list enquanto estiver por aqui...
Desde pequena que tenho um fascínio e adoração por estes edifícios. Quando era pequena descobri - ou, mais provavelmente, a minha mãe apontou-me - um antigo moinho de vento que se avista da via rápida da Costa da Caparica. Religiosamente, esforçava-me por o ver todos os dias - está bem ao longe e apenas é visível durante uns segundos - e ficou conhecido como "o moinho velho". Se, na altura, já era "velho", agora pouco mais é do que uma ruína, se é que não foi abaixo desde a última vez que me lembrei de procurar por esta recordação de infância. Por cá estão todos bem conservados (os que sobram, pois apesar de continuar a haver muitos, muitos mais foram destruídos), como se vê, e todos são obrigados a funcionar uma vez por semana, para não se deteriorarem.
Ora digam lá se não é uma praia de fazer inveja a muitas portuguesas?!? A areia é branquinha e fininha como a da Costa (diminutivos = amor profundo) e a praia é enorme, há areal a perder de vista. O problem é mesmo o mar. Aqui não parece, mas a água não é transparente e azul, e sim baça e amarelada - já me disseram que é por causa de uma alga qualquer, mas em abono da verdade tem mais semelhanças com o Tejo do que com o Atlântico...

Adoro quando vejo este símbolo na etiqueta de uma qualquer peça de roupa. Forma-se-me logo um sorriso rasgado nos lábios. Escapa-se uma gargalhadinha. É que só pode ser piada alguém achar que eu (euzinha!) vou perder tempo a lavar uma peça de roupa à mão. A sério. É hilariante.*
A (famosa) Catedral de Colónia. Um colosso. Uma coisa gigantesca, nunca tinha visto uma coisa assim. E sobreviveu à II Guerra Mundial, pode ter tido alguns danos, mas ficou de pé quando tudo à volta eram escombros. Impressionante.
Estão a ver esta vista? É bonita? Fica bem, assim enquadrada pela janela de pedra com arabescos? Acham? Eu não tenho tanta certeza, depois de ter subido 533 degraus para tirar o raio da foto...
Desenho a giz e não sei mais o quê (umas latas de spray, mas não me pareceu graffitti) no chão da praça em frente à Catedral. Um amor. (Ah, só tirei a foto depois de agraciar a artista, que aqui a Golden tem vergonha na cara).
Autêntica coroa de ouro dos tempos romanos. Sim, Colónia é muito antiga, e no tempo dos romanos era enorme e riquíssima - pelo menos parece, a julgar pela quantidade e qualidade de artefactos, mosaicos, jóias, recipientes de vidro, etc., etc. que estão expostos no museu. Adorei. Mais uma vez, foto ranhosa devido à ranhosice da máquina, que não conseguia focar. É o que se arranja!