terça-feira, 26 de maio de 2009

Falta de condições

À enxaqueca tipo vai-e-vem que me acompanha desde Sábado (vai quando tomo os meus comprimidinhos maravilha, vem assim que passa o seu efeito, é claro) junta-se agora uma noite extremamente mal passada - a chuva e a trovoada foram de tal ordem que me acordaram 4 vezes durante a noite. Tendo em conta que me deitei quase à meia-noite e que me levantei às 7h da matina podem calcular o estado em que me encontro. Algo mais profundo do que isto, talvez amanhã, se S. Pedro, o João Pestana e o Migretil ajudarem.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ai, a praia...

O problema da praia aqui é este... embora eu, neste preciso momento, fosse muito mais feliz se me encaminhasse para Zandvoort (a prainha do post de baixo - esqueci-me de dizer na altura) e não para Utrecht, tenho de ir para Utrecht. E, mesmo que fosse para Zandvoort, quando lá chegasse estaria, provavelmente, a chover. E, peixe ou não, a chover e com frio não me apanham em mar nenhum, nem azul, nem amarelo, nem cor-de-rosa às bolinhas. Irra, tempinho chato!

domingo, 24 de maio de 2009

Passeios de fim-de-semana

Está bom tempo na Holanda! Sim, acima dos 20ºC e com sol! Para português, está bom para passear, mas para holandês já está bom para a praia - ou qualquer coisa que se assemelhe a isso, tipo relvado à beira do IJsselmeer. Ainda não foi desta que fui ver a maravilha da engenharia que separou este "mar" do oceano, mas está na minha to-do list enquanto estiver por aqui...

Desde pequena que tenho um fascínio e adoração por estes edifícios. Quando era pequena descobri - ou, mais provavelmente, a minha mãe apontou-me - um antigo moinho de vento que se avista da via rápida da Costa da Caparica. Religiosamente, esforçava-me por o ver todos os dias - está bem ao longe e apenas é visível durante uns segundos - e ficou conhecido como "o moinho velho". Se, na altura, já era "velho", agora pouco mais é do que uma ruína, se é que não foi abaixo desde a última vez que me lembrei de procurar por esta recordação de infância. Por cá estão todos bem conservados (os que sobram, pois apesar de continuar a haver muitos, muitos mais foram destruídos), como se vê, e todos são obrigados a funcionar uma vez por semana, para não se deteriorarem.

Ora digam lá se não é uma praia de fazer inveja a muitas portuguesas?!? A areia é branquinha e fininha como a da Costa (diminutivos = amor profundo) e a praia é enorme, há areal a perder de vista. O problem é mesmo o mar. Aqui não parece, mas a água não é transparente e azul, e sim baça e amarelada - já me disseram que é por causa de uma alga qualquer, mas em abono da verdade tem mais semelhanças com o Tejo do que com o Atlântico...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sobre a fé e a ignorância

Pegando no feriado de ontem e no filme Angels and Demons, do livro homónimo de Dan Brown (o filme, sendo um normal filme de acção e aventura pareceu-me muito mais bem conseguido do que O Código da Vinci), as questões religiosas ficaram-me na cabeça. Eu não sou religiosa, nem crente, de espécie nenhuma. Se, por um lado, ninguém fez questão de me educar na igreja, por outro, sempre nutri uma profunda desconfiança e um pouco de raiva pela igreja. Passo a explicar. A única católica praticante no meu agregado familiar alargado era a minha avó materna que costumava levar-me, em pequena, à missa. No final (penso eu) da missa o padre distribuía a hóstia. Eu, que sempre fui gulosa e dada à experimentação, queria por força maior provar o que toda a gente ia buscar - menos eu (e a minha avó, por solidariedade). E não me deixavam, explicavam-me, porque eu não era baptizada. Eu não gostei. E não me esqueci. Mais tarde, foi o fascínio pelos escuteiros - as tendas, as aventuras dos sobrinhos do Pato Donald, um monte de amigos novos... Novamente, não podes, não és baptizada. Aqui, mais crescidinha, deram-me a escolher. "Queres ser baptizada, na igreja, para poderes ir aos escuteiros?", perguntaram-me. Depois de várias explicações sobre o baptismo e a igreja a minha resposta foi rápida - não. Nada daquilo fazia sentido para mim, a menina mimada da família, que achava que não era justo ter de ser baptizada e ir à igreja aturar uma data de coisas que me pareciam altamente entediantes para pertencer a um grupo de crianças cujo interesse principal era a brincadeira e diversão. E ainda me lembrava da questão da hóstia. Conforme fui crescendo, a descrença na existência de um ser maior que olha por nós foi ficando cada vez mais firme por força das circunstâncias e as atidudes e opiniões do representantes da igreja cada vez me pareciam menos de acordo com o que eu achava que uma igreja deveria pregar. A soma de tudo isto resulta numa pessoa que não consegue acreditar num ser superior (por vezes com pena, pois sinto o alívio e conforto que muitas vezes advém dessa crença) e que nutre uma profunda desconfiança e, até, repulsa pela instituição igreja católica.
O Angels and Demons relembrou-me o fanatismo e a psicologia das massas que sinto na igreja. A falta de informação sobre o dia da Ascensão em pessoas educadas e criadas na igreja, com baptismo e aulas de catecismo despertou em mim a ideia de que a igreja prefere manter os seus na ignorância. E que alguém, ou alguma instituição, prefira manter os seus membros na ignorância é algo que me espanta, principalmente nos dias que correm. Quem prefere a ignorância ao esclarecimento tem medo do último porque tem algo a esconder. Eu não me esqueço que uma querida amiga, crente, católica, catecista, me disse certa vez que a história de David e Golias não era bíblica. E que outra, uma senhora já com muitas décadas de igreja nas costas, não acreditou quando lhe disse que o deus da igreja católica é o mesmo do judaísmo e do islamismo - só divergem na questão de quem foi o último profeta. Não sabia (nem ficou a acreditar, como se fosse algo em dúvida) que o antigo testamento corresponde ao livro sagrado dos judeus. Tudo isto fica na minha cabeça, dá-me que pensar, e cada vez me causa mais espanto. Espanta-me e choca-me que alguém diga pertencer a uma organização e não saiba quase nada sobre ela. Eu até compreendo que continuem a dizer-se católicos os que não seguem todas as directivas do Papa, como nas questões do aborto, do uso dos preservativos, da eutanásia ou outras - creio que esta escolha é o que separa um crente de um fanático - mas não percebo como se podem identificar com uma instituição e com uma doutrina sobre as quais têm um conhecimento que não vai além do superficial. O ritual da missa. O gosto pelo casamento religioso e pelo baptizado. Como é que a crença em deus, algo tão profundo, pode ser misturada, confundida, com estas superficialidades? É que dizermo-nos crentes em deus é muito diferente de nos dizermos católicos, budistas ou qualquer outra coisa. E, pela minha experiência, muita gente confunde as duas coisas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Feriado? Ascensão? Espiga? What?

Amén à Wikipédia! Finalmente - depois de uma exaustiva procura - descobri por que carga de água é hoje feriado nestes lados do mundo onde me foi dado viver! É um feriado cristão que celebra, 40 dias após a Páscoa, a Ascensão de Jesus ao céu. Ou seja, foi crucificado, morreu, ressuscitou e depois ascendeu aos céus. Complicado? Parece que sim... É que perguntei a holandeses... e nada. Que fixe, é feriado, mas porquê... who cares? Perguntei a portugueses... ah e tal, é 5ª feira de espiga, mas o que é isso da espiga para a igreja, ah pois, não sei. Não é que seja importante... mas eu gosto de saber estas coisas! Agora, esclarecida, até vou dormir melhor.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Da mesquinhez

Criticar alguém apenas para que outros ouçam.
Proclamar que se faz uma coisa fazendo o exacto oposto pela calada.
Fingir amizade para utilizar a informação obtida contra o "amigo".
Aproveitar posições de superioridade para abusar dos outros.
Descobrir fragilidades e usá-las pública e repetidamente para desmoralizar o outro.
Será esta a nova forma de trabalhar? Alguém acerditará que é esta a forma de se progredir na carreira? Como chegam a cargos de chefia pessoas que usaram esta estratégia para singrar no trabalho? Como podem ser tão inseguros que, mesmo quando chegaram lá e estão bem instalados, continuam a usar a mesma estratégia, desta vez contra pessoas que não estão, de forma nenhuma, a competir com eles?
Pergunto-me o que lhes terão feito na vida para transformar estas pessoas em semelhantes seres. Tenho pena, porque para se ser assim deve ser necessário ter uma alma muito pequenina e ter tido uma vida muito má. E tenho ainda mais pena porque esta maldade e as suas consequências são coisas de que muito dificilmente se livra quem as tem.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tenho um segredo

Tenho um segredo, bem guardado, bem escondido, mas não resisti a vir pô-lo aqui... Até porque quem não pode saber não vem cá!! É um segredo bom, pela surpresa que vai ser quando deixar de ser segredo, mas é mau, porque está a custar-me horrores mantê-lo. Há uma diabinha que me incentiva e sussurra ao meu ouvido "é um segredo bom, vale a pena guardá-lo, vá, não digas nada... Vais ver que bom que vai ser quando o segredo sair da caixa!" O busílis da questão é mesmo manter o segredo dentro da caixa, morder a língua, não me descair, manter a mentira intacta, não cometer deslizes e concentrar-me na altura em que finalmente vou poder revelar, aos sete ventos, este segredo. E que bom que vai ser!

Gostos não se discutem

Um povo que come peixe cru com pickles e batatas fritas ao lanche acha que Nestum de mel é nojento... Se não tivesse sido testemunha da conversa não acreditava!!!

domingo, 17 de maio de 2009

Como alguns amigos nos levam à loucura ou como a burrice informática é mais que muita

Pois é, há uns dias apercebi-me que as páginas da web começaram a abrir com uma letra muito pequena, diria microscópica. Queixei-me, insultei a máquina, tremi perante a possibilidade de o pobre Vaio ficar a falar holandês para todo sempre. Pois.
Como sempre, a máquina tem razão e o erro foi meu. Aparentemente, se carregarmos no ctrl e mexermos simultaneamente na rodelinha do rato o tamanho da letra dos sites aumenta ou diminui - ou seja, os dias de pitosguice resultaram de uma tentativa frustrada de usar os atalhos do teclado... Valha-nos o mariduncho que lá vai sabendo alguma coisa útil!*
* isto diz-se baixinho, não queremos ninguém vaidoso...

Segredos de modelo

Ouvi no outro dia a Giselle Bundchen a dizer que tinha o vestido (um daqueles com um decote quase até ao umbigo que, usados por certas pessoas e em certas ocasiões, são do mais espectacular que há) preso com fita-cola para as alças (à falta de melhor nome) que cobrem os seios não resvalarem para posições... inadequadas. Eu já tinha perguntado aos meus botões como era possível usarem certas roupas sem ficarem nuas com uma rabanada de vento; afinal o segredo é a fita gomada!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

World Press Photo 2009


O World Press Photo está em Amsterdão. Esta foi a imagem vencedora. O meu primeiro pensamento foi "O que tem esta foto de especial? Mais uma cena de guerra..." Ao que parece, sou um exemplo vivo do que o júri do concurso quis que acontecesse.
Esta parece uma foto tirada num local de conflito, onde as casas estão destruídas, onde as pessoas andam de armas em punho com medo que, de um qualquer canto, salte um inimigo. Na realidade esta foto foi tirada nos EUA, mais concretamente em Cleveland, e conta a história de uma casa devastada não pela guerra, mas pela crise do crédito. Os donos deixaram de a poder pagar, foram despejados e a polícia tem de verificar se a casa está realmente vazia, se não há armas, se um sem-abrigo não a ocupou... de arma em punho.
"It looks like a classic conflict photograph". "You have to go into it to find out what it (really) is." "We need a new language, to learn how to illustrate our lives." São palavras do júri do concurso, eu não as conseguia escrever mais tocantes. Depois de achar a foto insípida, a mensagem por trás dela acertou-me como um murro no estômago.*
* imagem e citações retiradas do site do World Press Photo.

Segurem-me,

que estou com umas ganas de mandar o telemóvel ao canal que nem vos conto! É que só não vai dar umas braçadas porque sou pobre e muito agarradinha e não me apetece gastar dinheiro num substituto que, odds are, será ainda pior.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A prova cabal da minha idiotice

Acreditar que uma dieta de emagrecimento vai funcionar quando uma das suas especificações é comer chocolate duas vezes ao dia!

Sobre as coisas onde enfiamos os pés

Andei por aí (já se sabe que sou uma pessoa extremamente ocupada...) a passear por outros blogs e dei com um que, além de engraçado na escrita tem umas quantas fotos artísticas de sapatos, botas e, principalmente, sandálias. Ainda ontem ouvi um holandês atirar ao ar o suposto fascínio das mulheres por sapatos. É verdade, afecta muitas. A mim afecta-me mais (ou, diria mesmo, apenas) no Verão, quando há formas infinitas de pôr o dedão do pé a arejar.
Efectivamente, o sapato de Inverno e a bota não têm o mesmo apelo. São formais, são chatinhos, pouco coloridos e muitas vezes pouco confortáveis para a pobre parte do nosso corpo que tem de levar connosco em cima todo o dia (já sei, o rabiosque sofre o mesmo mal, mas pelo menos o tecido onde o enfiam costuma ser mais macio). Ah, e o calçado de Inverno pode, ainda, ser pura e simplesmente... feio. É o caso das horríveis botas tipo pata de mamute chamadas uggs. Admito que sejam confortáveis (costumo usar em casa umas pantufas que trago da Serra da Estrela que são iguaizinhas, só não têm cano, e são óptimas) e quentinhas (o que, pelo menos aqui, dá bastante jeito) mas, convenhamos, parecem moda do tempo da pedra lascada - literalmente! E, o pior de tudo, é que por cá, ao passo que algumas já se arriscam a perder um dedinho congelado com a bela sandaleca, muitas continuam a abusar da perna de mamute. Minhas amigas, estão 16º/17ºC de temperatura máxima, não havia necessidade! Nem quero imaginar quando tiram os pés de lá de dentro...
Voltando à bela sandália, há uma pequena coisinha que muita gente faz e que também me causa, assim, alguma impressão... Que é, basicamente, andar com os dedinhos de fora da sandália, ou seja, fora dos limites da sua sola, assentando-os directamente no chão. Ora, o chão não é algo muito lavado, nem higiénico. Tem pastilhas elásticas. Muitas vezes está bem semeado de presentes deixados pelos nojentos donos do melhor amigo do homem. E sabe-se lá mais o quê. E há quem arrisque assentar o seu belo dedo numa destas nhanhices! Há duas formas de evitar este problema. Não (não!) comprar sandálias um tamanho abaixo. E, ainda na sapataria, antes de passar o belo dinheiro para o lado de lá do balcão, calçar ambas as sandálias e andar, tipo ursa em jaula, para trás e para diante, reparando bem se o pé vai deslizando para a frente com o andar. Se, mesmo assim, forem enganadas - já me aconteceu - há sempre a solução radical... deitem-nas fora!
P.S. - sorry pela idiotice, já sei que nada disto tem o mais pequeno interesse, mas é que estou farta dos ténis de Inverno, feita idiota deixei todas as minhas sabrinas em Portugal e já me apetecia usar uma sandaleca bem destapada mas por aqui nada ajuda - não há dinheiro, não há bom tempo, não há disposição, não há nada excepto o desejo de dar ar ao dedo do pé grande...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Como alguns amigos nos levam à loucura

Tenho um amiguinho que, de quando em vez, me prega umas partidas... Que coisa mais teimosa e dissimulada. Num momento tudo está bem, no seguinte, sem motivo aparente, entra em crise, bloqueia, rejeita qualquer interferência da minha parte e faz coisas tão idiotas como começar a multiplicar-se ou alterar a sua fisionomia! E não vale a pena tentar o diálogo, porque recusa-se terminantemente a ouvir-me, não responde a nenhuma das minhas pressões e acaba por obrigar-me a levá-lo ao médico para ver se um bom tratamento de choque resolve os chiliques! O problema é que os médicos aqui só falam holandês ou inglês e o pobre está programado em português... raio do Vaio! A última crise resultou numa diminuição absurda do tamanho da letra das páginas web que abro. Abri uma notícia e não consegui ler uma palavrinha que fosse, em vez de palavras parecia que o DN, num rasgo de inspiração artística, tinha tirado uma foto a uma família de formigas liliputianas muito bem alinhadas e apresentado o resultado como uma notícia qualquer sobre um dos últimos nazis a serem levados à justiça. E agora? Alguém me ajuda? Ou tenho mesmo de o levar ao doutor e arriscar-me a vir de lá com um computador que só fala neerlandês?!?

terça-feira, 12 de maio de 2009

A doença

Não há nada mais injusto que a doença. É algo que não se planeia, não se provoca e não se controla. Que cai do céu aos trambolhões para nos esmagar, mas que vem directamente do quinto dos infernos. Ainda pior quando nada a anuncia, num momento tudo está bem e no outro lá está ela, bem instalada, de pés firmes e raízes bem fundas. Aí, confrotável, começa a contaminar os outros, os que estão próximos, minando-os não através de um vírus ou bactéria, mas através do medo. Medo do presente e do futuro, principalmente quando há tanto futuro ainda por acontecer. Quando quem está doente ainda não saiu dos teens.
Quando quem está doente não quer admiti-lo... como se convence?
Quando um filho está doente, como é que se diz a uma mãe que não se preocupe ?
E a um irmão mais velho?

Bimbo-master


Porquê? Mas porque é que há gente com tanto mau gosto? E, o que é pior, bom dinheiro tão mal gasto - já repararam nos estofos em pele laranja igual à carroçaria?! E, infelizmente, aqui só dá para reproduzir a imagem porque o conjunto só estaria completo se conseguissem ouvir o tum-tum-tum que fazia estremecer os vidros duplos da minha casa! O bimbo ficou a sorrir quando me viu na janela a tirar esta foto... Cruzes, será que achou que a visão me agradou?!?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Me, myself and I (nr. 2)

Já se via bem o cú com que ia ficar...



Oh!


"Mas naquele dia vestiram-te de preservativo?" (comentário do mariduncho, anda tão engraçado ultimamente, ah-ah-ah...)


Acordar nem sempre (ou nunca) põe uma pessoa bem-disposta!Também tinha os meus maus momentos...


... mas de curta duração!!!

domingo, 10 de maio de 2009

Me, myself and I

Como dizia noutro post, a vida é longa e as memórias perdem-se. É bom ter lembranças, que mais não são muitas vezes que histórias plantadas na nossa memória de tanto serem contadas e recontadas por outros. Não via estas fotos há décadas (na verdade são stand-stills tiradas de vídeos caseiros com cerca de 30 anos) mas é tão bom recordar. Olhar à distância, para tempos que eram tão mais simples. É bom ver pessoas que já não estão connosco. Mas essas ficam para outra altura, que hoje o post é meu, só meu e de mais ninguém.
Aqui estou eu a dormir sob o sol da Caparica. E ok, é verdade, usei chucha, mas durante pouco tempo e quase só para dormir, está bem?


Com uns meses de atraso, mas tal e qual vim ao mundo. E é bem capaz de ser melhor assim, porque quando vimos ao mundo somos tão enrugadinhos que mete dó.


A boa disposição é evidente.

Adorava o meu banhinho.

E já dormia de lado. Quase exactamente na posição em que hoje me ponho para conciliar o sono.

Ele há com cada piada...

Adoro quando vejo este símbolo na etiqueta de uma qualquer peça de roupa. Forma-se-me logo um sorriso rasgado nos lábios. Escapa-se uma gargalhadinha. É que só pode ser piada alguém achar que eu (euzinha!) vou perder tempo a lavar uma peça de roupa à mão. A sério. É hilariante.*


* acreditem, no máximo (enquanto me lembrar que aquela peça tinha este símbolo na etiqueta que arranquei antes de a vestir pela primeira vez) lavo-a no programa das lãs. E já goza!